sexta-feira, 5 de maio de 2017

SÃO MARES MORTOS DE ÁGUAS SALOBAS


Construímos, durante 100 anos, com muito orgulho nordestino, o maior patrimônio hídrico do Mundo na captação de chuvas, uma das grandes conquistas da humanidade em terras áridas, uma verdadeira AGUABRÁS, e, num determinado momento, joga-se tudo pela janela, não serve mais, vamos transpor o São Francisco, é melhor. Senhores do nosso Brasil, políticos, governantes, religiosos, administradores, profissionais, executivos e toda a sociedade. A solução para o atendimento às comunidades sertanejas está na distribuição dessa água. A infraestrutura está pronta, basta implantar um vigoroso sistema de adutoras. Os nordestinos serão todos atendidos e assistiremos na AGUABRÁS, o grande naufrágio da “indústria da seca”.

MONOCULTURA DA ELETRICIDADE A persistência de incertezas climáticas, aliado ao aumento do consumo no final do ano acabará levando à encomenda de térmicas de reserva, especialmente dos grandes fornecedores, com receio apagões que estão se tornando frequentes. Conclusão: o sistema já é hidrotérmico, por mais que os planejadores insistam em permanecer na “monocultura da eletricidade”. "Na hidrelétrica, você está exposto ao período seco, mas sabe que vai gerar energia na época úmida. No caso da eólica, é mais difícil prever interrupções no fornecimento. Com maior participação das eólicas na matriz energética, aumentará a necessidade de outras fontes de energia que possam complementar a oferta em momentos de escassez de ventos, como as térmicas a gás” Nivalde de Castro.